Certificação Digital, certificado digital, certificados digitais, A1, A3, eNF-e, contabilidade, assessoria contábil, emissão de NF

Certificação digital: definição, tipos e finalidade

O assunto de hoje no nosso blog pode ser uma dúvida corriqueira para qualquer pessoa. Por isso, seu esclarecimento nos motivou a escrever sobre certificação digital. Esse tema se conecta com os textos anteriores, afinal este documento agiliza o processo de abertura de empresas, tornando-se então parte do processo.

Essa certificação é a assinatura digital e também a segurança de troca de informações ocorrentes no mundo virtual. Tem validade jurídica, e assim, é necessária para diversos tipos de empresas e de profissionais que necessitam assinar documentos, declarações e até autorizar transações bancárias, de forma legal, segura e confiável.

Contudo, no processo de abertura de empresa, é possível fazer também a procuração de plenos poderes para o seu contador. Entretanto, como o processo de abertura é totalmente digital, essa opção, mesmo sendo mais barata, pode ser mais morosa. Os valores para validar uma procuração podem variar entre R$ 40,00 a R$ 120,00 (ou até mais). A saber, tais valores são definidos pelo cartórios.

A certificação digital está disponível, então, para todos, sejam pessoas físicas ou jurídicas, que precisem realizar essa assinatura. Em alguns casos ela é obrigatória para que a pessoa ou empresa em questão seja representada por um procurador, como contadores. Isso também é muito comum com advogados. Nesses casos, além de necessária, a assinatura digital também facilita o trabalho de algumas transições de processos, entre outros serviços, como o cadastro obrigatório na prefeitura, ou o cadastro na receita.

Tipos de Certificação Digital

Existem dois tipos de certificados digitais, o e-CNPJ e o e-CPF. O primeiro (e-CNPJ) guarda informações empresariais e através dele é feita a validação de informações para o envio de declarações acessórias. Isso o faz necessário à todas as empresas. Além disso, ele possibilita a emissão de notas eletrônicas (solicitadas por grande parte das prefeituras) e assinatura de documentos. O segundo (e-CPF)  guarda informações da pessoa física e por meio dele é feita a assinatura de documentos e entrega da Declaração de Imposto de Renda.

Ademais, além desses dois tipos de certificados digitais há também o eNF-e. Esse certificado é utilizado para um único fim: a emissão de notas fiscais. Ou seja, o eNF-e contém as informações da empresa, mas não pode ser usado para assinatura de documentos, acesso a portais com informações sigilosas ou autorização de transações bancárias.

Tipos de Certificado Digital

Há dois tipos de certificado digital: A1 e A3. O certificado A1 é um programa de computador que é instalado em qualquer computador mediante digitação de senha, digitada uma única vez, na hora da instalação. O certificado A3 obtém o mesmo programa de forma física, instalado em um dispositivo, sendo cartão (necessário uma leitora) ou token (pendrive). Logo, o certificado A3 não está em forma digital para ser instalado em qualquer computador. Quando houver a necessidade de usá-lo, ele precisa estar presente no local juntamente com uma senha para validação.

A S3R Contabilidade trabalha e indica o uso do certificado A3 para pessoas físicas, com validade de um ano. Já para empresas indicamos o certificado A1, também com validade de um ano. Isso baseado na sistemática dos órgãos e sistemas que trabalhamos. Rafael Lucas, sócio da S3R Contabilidade já foi agente certificador e distribuidor de certificados. Isso nos faz conhecedores das facilidades da certificação digital.

Atualmente, temos a parceria com a certificadora PrimeCert, que oferece o preço de R$ 195,00 para certificados A1, que podem ser pagos via cartão de crédito e com atendimento in loco (eles vão até você) gratuito para a cidade de Belo Horizonte. Para adquirir seu certificado, são necessários apenas alguns documentos, usados para autenticar as informações da pessoa física ou jurídica. Confira quais são nas imagens abaixo.

certificação digital, certificado digital, certificados digitais, A1, A3, assinatura eletrônica, assinatura digital

certificação digital, certificado digital, certificados digitais, A1, A3, contabilidade, assessoria contábil

Segurança máxima

Independente da sua obrigatoriedade, a certificação digital veio para dar a máxima segurança de dados e informações pessoais e empresariais. Sendo necessário para alguns e uma “mão-na-roda” para outros. De qualquer forma, ela faz desnecessária a presença física da pessoa ou de um representante da empresa para qualquer processo. É possível ter certificados digitais até em nuvem!

Ressaltamos ainda que é de extrema importância manter o certificado sempre seguro. Mantenha o certificado A1 (digital) sempre em nuvem ou em um computador que não haja utilização com risco de corrompimento. O certificado A3 (físico), igualmente, deve sempre estar bem guardado, longe de possíveis causas de acidentes que podem inutilizá-lo e também evitando sua perda. Além disso, mantenha as senhas sempre salvas e de conhecimento restrito a pessoas de confiança.

Nós, da S3R Contabilidade utilizamos, confiamos e recomendamos o uso da certificação digital. Afinal, ela garante as informações da sua empresa e nos permite estar mais próximos da operação de cada cliente, auxiliando assim no crescimento da sua empresa, desde a operação até o resultado final.

Conte conosco para adquirir o seu certificado digital. Queremos S3r mais que contadores, seremos potencializadores do seu crescimento!

regime tributário, contabilidade, assessoria contábil, lucro real, lucro presumido, simples nacional, lucro arbitrado

Regime tributário: qual é o seu?

No post de hoje abordaremos um assunto de extrema importância para qualquer empresa: o regime tributário. A definição do regime pode ou não acarretar em aumento de tributos a serem recolhidos. Caso sua escolha não seja bem estudada e consequentemente assertiva, refletirá em todo o processo empresarial. Então, vamos conhecer um pouco mais sobre regime tributário agora.

Sempre que uma empresa é constituída, as primeiras dúvidas do empresário são: “Mas quanto eu vou pagar de imposto? Será que minha margem é suficiente para cobrir essa obrigação, os custos e despesas, e ainda assim sobrar um lucro a distribuir no final do mês?”

O Regime tributário é a forma legal que define como a empresa será tributada pelo fisco. Para tanto, ele leva em consideração a atividade e o faturamento da organização. No Brasil, atualmente, existem três tipos: o Lucro Real, o Lucro Presumido e o Simples Nacional. Vamos conhecer um pouquinho sobre cada um deles.

Lucro Real

O Lucro Real é o regime de apuração incidente sobre as receitas, deduzidos os custos e as despesas. Lembrando que para essas deduções só são permitidas conforme a legislação. Ao chegar no resultado dessa equação, o valor é tributado pelas alíquotas referentes. O Lucro Real é obrigatório apenas para empresas específicas. Qualquer pessoa jurídica que ultrapassar o faturamento de R$ 78 milhões no ano-calendário também será enquadrada nele. O que não impede que empresas fora dessas características não possam ingressar.

Lucro Presumido

O Lucro Presumido é chamado assim pois a legislação presume que uma determinada porcentagem do seu faturamento é lucro. A partir daí, chega-se a base de cálculo que deve ser tributada. A tributação é calculada considerando alíquotas diferentes conforme a atividade da empresa, obedecendo o limite máximo de R$ 78 milhões. Por exemplo, as atividades mais comuns, que são as de comércio e serviços diversos, tem as alíquotas efetivas de 1,2%/1,08% e 4,08%/2,88% para cálculo do Imposto de Renda e de Contribuição Social, respectivamente.

Simples Nacional

Por fim, temos o famoso Simples Nacional. O Simples é um regime tributário e de fiscalização criado para Microempresas (ME) e Empresas de Pequeno Porte (EPP). O seu intuito é o de simplificar, unificando até 8 (oito) tributos em uma única guia e, dependendo da empresa, reduzindo sua carga tributária. Claro, obedecendo o limite de R$ 4,8 milhões de faturamento no ano-calendário. Assim como os outros regimes, o Simples é separado por atividades, no seu caso em cinco anexos, cada um com suas atividades permitidas. Suas alíquotas variam de 4% a 6% para empresas com faturamento anual de até R$ 180.000,00, exceto para empresas do anexo V.

Entretanto, nem todas as empresas podem optar pelo simples. Esse tipo de regime possui regras bem específicas que devem ser estudadas em cada caso.

Definição do Regime Tributário

O regime é definido no início do ano-calendário ou no início da atividade da empresa e não é possível ser alterado até o próximo ano-calendário. Não sendo possível assim transitar entre os regimes para obter vantagem tributária. A única possibilidade de se alterar o regime, seria no caso de uma exclusão do Simples Nacional, que se daria por diversos motivos, como o não pagamento das guias.

Com esse texto, compreendemos a importância da escolha do seu regime tributário, pois, além da despesa ser mais alta em um ou outro regime, pode ser que ele seja mais vantajoso para a sua empresa. Fazendo com que assim, se tenha vantagem tributária e consequentemente pague menos. Conciliando isso com a margem de lucro, incluída no preço de seus produtos ou serviços.

Para finalizar, ressaltamos que para as ME e EPP, o simples nacional geralmente é o mais vantajoso pela questão das alíquotas proporcionais. Porém, cada tipo de negócio tem uma especificidade na legislação, fato esse que reflete diretamente na prática, tanto na formulação de preços quanto na competitividade que o empresário será inserido. E cabe a nós estudarmos e analisarmos qual dos regimes é mais vantajoso para o nosso cliente.

Nós, da S3R Contabilidade somos especialistas nessa área, e fazemos o planejamento tributário de todas as nossas empresas, assim como toda a análise de sua atividade e margem de lucro para a cobertura de custos e despesas projetadas, observando seu faturamento histórico e os planos para o futuro. Venha planejar com a gente!

Queremos S3R além de contadores, potencializadores do seu crescimento!

MEI, ME e EPP: você sabe a diferença?

A S3R Contabilidade e Educação Financeira começa hoje uma sequência de posts importantes para serem considerados durante o processo de concepção de uma empresa. E, ainda que sua empresa já esteja formalizada, saiba que estes posts também são para você. Todas as informações que serão apresentadas certamente irão contribuir para sanar dúvidas muito comuns dentro do contexto empresarial. Porte das empresas, natureza jurídica e certificação digital serão alguns desses assuntos. Para conferir tudo, é só ficar ligado no nosso blog.

Entretanto, para facilitar o entendimento de cada um desses assuntos, vamos por partes, ok? Assim, você poderá absorver cada informação com muito mais tranquilidade e com a garantia de maior qualidade de aprndizado. Então, para começar, vamos falar sobre porte da empresa.

Porte da empresa é o termo utilizado para dimensionar o tamanho da empresa. E esse cálculo é baseado justamente no volume de faturamento e também no número de colaboradores de cada empresa. O MEI, a ME e a EPP se enquadram de forma diferentes em cada uma desses fatores. E isso você descobre agora.

MEI, ME e EPP: quais os limites de faturamento e de colaboradores?

 

Para começar vale dizer que o MEI tem definições bem mais restritas quanto ao seu faturamento e número de colaboradores quando comparadas às da ME e EPP. O seu faturamento anual está limitado a R$ 81.000,00, podendo ter apenas um colaborador contratado, além do próprio empresário.

Já a ME tem seu faturamento limitado a R$ 360.000,00 por ano e ela pode ser duas variações no quesito colaboradores. Se a ME for uma indústria, pode ter até 19 colaboradores. Mas se for uma empresa de comércio e serviços, esse número é reduzido para 9.

A EPP, diferente do MEI e da ME, tem seu faturamento limitado tanto no valor máximo como também em seu valor mínimo. Nesse caso, para ser uma EPP o faturamento deve estar figurado entre os valores de R$ 360.000,00 a R$ 4.800.000,00. E assim como acontece na ME, a EPP também tem limites de colaboradores diferentes para o ramo industrial e também comercial e de serviços. No ramo industrial pode haver de 20 a 99 colaboradores. No ramo de comércio e serviços esse número fica mais restrito, podendo variar entre 10 e 49 colaboradores.

E se os valores de faturamento e colaboradores extrapolarem o limite definido?

 

Se o faturamento da empresa exceder o valor de R$ 4.800.000,00 ela deixa, portanto, de participar do regime especial passando a figurar então, como uma empresa normal.

Entretanto, quanto ao número de colaboradores, as empresas industriais que tiverem de 100 a 499 colaboradores passam a ser consideradas como empresas de médio porte (EMP). Já as de comércio e serviços ficam enquadradas como EMP a partir de 50 e até 99 colaboradores. Caso esses números sejam ultrapassados as empresas passam a ser consideradas de grande porte.

Para verificar todas essas informações de uma forma ainda mais prática, veja a tabela:

ME, MEI, EPP, porte da empresa, portes de empresa, tipo de porte, contabilidade bh

Agora ficou mais fácil saber onde sua empresa se enquadra sem ficar boiando nos termos técnicos. Para saber mais é só ficar ligado: no próximo post vamos falar sobre os tipos de natureza jurídica. Não perca!

Aqui, você pode S3R!

De olho na Black Friday, black friday, uso consciente do dinheiro, consumo consciente, contabilidade, assessoria contábil

De olho na Black Friday com a Técnica dos 5 Q’s

O Brasil adotou a Black Friday em seu calendário comercial no ano de 2010. Entretanto, diferente do que acontece lá fora, a garantia de melhor preço pode não acontecer aqui em terras tupiniquins. Sendo assim, é bom ficar atento para não cair em cilada.

Para sair ganhando, pesquise o preço dos itens pretendidos previamente e compare-os durante a Black Friday. Dessa forma ficará fácil saber se realmente há uma precificação diferenciada e se vale a pena encarar a compra. Uma outra dica é ficar de olho na quinta-feira que antecede a liquidação. A S3R já observou por diversas vezes que os preços costumam ficar ainda melhores nesse dia e não na sexta-feira. Não custa, então, acompanhar, certo?

Contudo, há outros fatores que merecem atenção nessa Black Friday!

Em caso de compras online, opte por sites com certificação digital, onde seus dados são criptografados, ficando então, seguros. Em caso de compras em lojas físicas, cuidado ao digitar senhas ou até mesmo, ao carregar grandes somas em dinheiro.

Questione os preços! Preços muito abaixo do convencional podem sinalizar propagandas enganosas e gerar dores de cabeças futuras. De acordo com o Portal G1, inclusive, a maquiagem de preços foi o carro chefe nas reclamações nas últimas três edições da Black Friday.

O prazo de entrega e o valor do frete também precisam ser observados. O preço do produto pode ser vantajoso, mas talvez o prazo de entrega seja bem maior que o de costume.  E, muitas das vezes o valor dado em desconto no produto é compensado aumentando-se o valor de frete. Sendo assim, cuidado para não trocar seis por meia dúzia.

E a nossa dica mais valiosa nesse período de Black Friday é o uso da Técnica dos 5 Q’s da Nathália Arcuri. Ela é composta por cinco perguntas básicas que, certamente, podem te poupar de gastar além do necessário. Confira aí!

O que?

Ele trata de saber exatamente o que se quer. Se é um produto ou um serviço. Ou seja, essa pergunta trata de dar nome aos bois.

Para que?

Uma vez que foi definido o que se quer, é hora de verificar qual o propósito de ser ter esse objeto ou de usufruir desse serviço. Por certo, o que se pretende adquirir necessariamente precisa combinar com você, com seus valores e aspirações. Do contrário, vai ser um tiro no pé, dinheiro jogado fora. E isso você não quer. Então, nessa Black Friday, pense bem: você realmente precisa disso?

Quando?

Estipule o prazo para tornar real, palpável, aquilo que se deseja. É muito importante estabelecer prazos coerentes e racionalmente possíveis. Para tanto, pé no chão na hora de definir prazos.

Quanto?

Saber quanto custa aquilo que se quer é fundamental. Portanto, na fase desse quarto Q é importante pesquisar o valor atual do que se pretende adquirir, principalmente na Black Friday.

Quem?

Quem vai pagar essa conta? De onde o dinheiro vai sair? Vai ser diretamente do salário? Vai sair de uma poupança já existente? Vai sair de um investimento que ainda não teve seu primeiro aporte? Enfim, definir isso vai contribuir para um planejamento coerente que permita uma execução muito bem sucedida. E, durante a Black Friday, não seja impulsivo. Não gaste além do que tem ou do que deve.

Ao responder essas perguntas você terá a chance de avaliar se realmente precisa gastar algum dinheiro na Black Friday ou se vale mais a pena poupar. Mas independentemente do que você vai escolher, saiba que você pode alcançar a sua liberdade financeira mais rápido do que pensa. É só ficar ligado nas nossas palestras. A S3R te ajuda desde a base da educação financeira (poupar, controlar e investir) até os primeiros passos para os seus próprios investimentos.

Aqui, você pode S3R!

educação financeira, contabilidade, poupar, controlar, investir, liberdade financeira, finanças

Educação Financeira: o que você precisa saber pra começar

Enriquecer e formar patrimônio, são desejos naturais de qualquer trabalhador. Afinal, quem não quer conquistar sua liberdade financeira e, simultaneamente, garantir um futuro sólido para si e para sua família? Pois bem… garantir tudo isso é possível. Entretanto, esse processo requer atitude, comprometimento e disciplina. E é exatamente para isso que existe a tão falada educação financeira.

Contudo, vale dizer que educação financeira é um processo de aprendizado que vai muito além de poupar, controlar e investir. Ela também proporciona melhoria na qualidade de vida e garante um porto seguro em caso de situações inesperadas. Sabe o que isso significa? Significa que você não pode prever quando a tempestade virá, de fato, mas pode garantir que, ao passar por ela, você sairá ileso do outro lado.

 

Mas como é possível enriquecer, formar patrimônio e conquistar liberdade financeira a partir da educação financeira?

 

Muito simples! Basta começar pelas três palavrinhas básicas citadas logo acima deste texto: poupar, controlar e investir. Para começar por esse trio você vai precisar apenas de outras três coisas que também andam juntas na educação financeira: equilíbrio, firmeza e continuidade. Equilíbrio para discernir o que é vital ou não para sua manutenção: assim você evita gastos desnecessários. Firmeza para sustentar essas escolhas: assim você não corre o risco de se auto sabotar. E continuidade para que esse processo produza resultados sólidos e duradouros, afinal, ninguém consegue liberdade para fazer o que quer, quando quiser, do dia para a noite, certo? Continuidade requer disciplina.

Diante de tudo isso é importante ressaltar algo que nem todo mundo sabe. A educação financeira não precisa ser um bicho de sete cabeças que te coloca numa situação extrema até que a riqueza enfim, dê o ar da graça e você possa desfrutar de tudo o que gosta. Não! A educação financeira pode sim ser prazerosa e até mesmo divertida. Basta você apontar para a direção certa e com a motivação adequada.

É exatamente para isso que a S3R Educação Financeira surgiu. Para orientar você e mostrar que o vilão pode se transformar no mocinho. E isso a gente faz através da exposição de ideias de forma clara, leve e objetiva, de forma a contribuir, de fato, para a sua evolução financeira. E por falar nisso, já tá rolando palestra sobre educação financeira aqui na S3R. Clique aqui e inscreva-se já. Dê o primeiro passo para sua evolução financeira hoje!

Melhor do que poder S3Rvir pessoas com qualidade e agregar valor às suas vidas, é poder crescer junto com elas! Venha S3R melhor junto com a gente!